Calendário de safras: frutas frescas da ACFruti quase o ano inteiro

14/07/2026
1 min de leitura
Atualizada em 31/07/2026 07:58

Um dos maiores diferenciais da ACFruti não está em uma única fruta, mas na diversidade delas. Entre os 25 produtores associados da cooperativa, cultivadas nas terras de Campestre da Serra, na Serra Gaúcha, existem seis culturas diferentes crescendo em ritmos próprios — cada uma com sua época certa de colheita. O resultado é um calendário de produção que se estende por boa parte do ano, algo raro para quem depende de uma única fruta para se manter no mercado o ano todo.

O calendário completo

FrutaMeses de colheita
PêssegoDezembro, janeiro e fevereiro
AmeixaDezembro, janeiro, fevereiro e março
UvaFevereiro e março
KiwiFevereiro, março, abril, maio e junho
CaquiAbril, maio e junho
LaranjaJunho e julho

Olhando para essa tabela, dá para notar algo interessante: as safras se encaixam quase como peças de um quebra-cabeça. Quando o pêssego e a ameixa começam a se despedir de sua janela de colheita, no início do ano, a uva e o kiwi já estão em plena produção. Quando o kiwi se aproxima do fim de ciclo, em junho, é o caqui que está no auge — e, logo depois, a laranja fecha o calendário, entre junho e julho.

Por que esse calendário importa

Para quem compra fruta em volume — redes de supermercado, distribuidores, mercados institucionais — a regularidade de fornecimento é tão importante quanto a qualidade da fruta em si. Um calendário de safras escalonado como o da ACFruti significa menos dependência de uma única cultura, menos risco de interrupção no fornecimento e mais previsibilidade para quem planeja compras ao longo do ano.

Para a própria cooperativa, essa diversidade também é uma forma de proteção: se uma safra específica sofre com clima adverso ou baixa produtividade em determinado ano, as demais culturas seguem seu ciclo normalmente, sustentando a operação do packing house e a renda dos 25 produtores associados.

Uma estrutura pensada para acompanhar esse ritmo

Sustentar seis safras diferentes ao longo do ano exige mais do que boa vontade — exige estrutura. Com cerca de 120 hectares de área plantada (contra os 20 hectares do início da associação, em 2018) e investimento contínuo em tecnologia para otimizar a mão de obra no campo, a ACFruti construiu, safra após safra, a capacidade de sustentar esse calendário estendido sem abrir mão do padrão de qualidade que é a marca da cooperativa.

Paulo Roberto

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